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Centro de Operações GSE/SAMU

COGS

Telefones

Atendimento (21) 3849 9915

Centro de Operações GSE / SAMU

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Endereço

Rua Carmo Neto, S/Nº
Cidade Nova, Rio de Janeiro.
22210-052 - RJ

A Subsecretaria de Defesa Civil através do Corpo de Bombeiros Militar é responsável pelas atividades concernentes à administração e operação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência na Capital do Rio de Janeiro. O Centro de Operações GSE/ SAMU, situado na Praça Onze – Rio de Janeiro, possui instalações modernas, dimensionadas de acordo com os padrões técnicos vigentes, sendo atualmente a segunda maior Central de Regulação Médica de Urgências do Brasil em número de chamadas telefônicas. Cada solicitação de socorro que entra em nosso Centro é triada por níveis de prioridade, e rigorosamente acompanhada até a resolução do atendimento.
Treinamento dos sistemas SISGRAPH e SISREM

O SISGRAPH, desenvolvido pela empresa Hexagon, foi incorporado em outubro de 2014, sendo um sistema totalmente customizado para a Operação do COGS, que torna possível controlar e documentar todo o panorama dos atendimentos pré-hospitalares realizados no Estado do Rio de Janeiro, possibilitando uma gestão moderna e melhor aproveitamento dos recursos.

O Sistema de Regulação Médica - SisRem - foi idealizado e desenvolvido pelo atual Diretor do COGS, o Sr. Ten Cel BM QOC/92 Carlos Alberto Simas Junior, pelo atual Chefe da Assessoria da Tecnologia da Informação do COGS, o 1º Ten BM QOS/Enf/08 Wallace Augusto Melo da Silva, e pelo auxiliar Cb BM AxE/08 Alan Bravo Santos. Após a sua implementação, que se deu em janeiro de 2016, a operação do COGS tem acesso em tempo real à situação dos hospitais de emergência (por exemplo, recursos humanos, equipamentos e ocupação dos leitos) que constam na grade de recebimento. Este sistema permite também a gestão das viaturas de socorro, assim como o cadastro constante dos recursos contidos em cada uma, tempo de desinfecção, tempo de manutenção e equipes que as tripulam.

Com estes dois sistemas, o COGS entrou em uma nova era, e deu um salto de qualidade no atendimento e no planejamento estratégico das ações, adaptando para nossa região soluções de gestão eficientes e individualizadas.

Estrutura do Sistema de Atendimento
Histórico do GOGS

Em 2004, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU-192 é habilitado nos municípios do Estado do Rio de Janeiro, através da Portaria Nº 2.564, de 30 de Novembro de 2004.

Com isso, temos no município do Rio de Janeiro, o início das atividades da Central Operacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, com a primeira sede na Ilha do Governador, sito a Estrada do Cacuia, Nº 1574 – Cocotá, sob a direção operacional da Doutora Maria Arminda Amaral Mendes. A Central era composta por atendentes, médicos reguladores e despachadores de ambulâncias que operavam através do sistema operacional SR SAMU, e controlavam as viaturas tripuladas por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Tais ambulâncias ficavam distribuídas em 23 bases dentro da região metropolitana do Rio de Janeiro, entre hospitais municipais, estaduais, e a própria Central Operacional. Na época eram contabilizados cerca de 200 atendimentos diários.

Em 2008, através do Decreto 41.308, de 15 de maio de 2008, o CBMERJ assume a administração e operação do atendimento pré-hospitalar do SAMU no município do Rio de Janeiro, passando a realizar também os atendimentos de urgência e emergência domiciliares na área da capital. A Central Operacional ganha agora o nome de Central Integrada GSE/SAMU – CIGS. A Direção do CIGS, passa aos cuidados do Sr. Ten Cel BM QOS/Méd/06 Eduardo da Silva Ferreira. No período de transição, as ambulâncias eram tripuladas de forma híbrida (profissionais civis e militares).

Em abril de 2009, a Central Integrada GSE/SAMU tem sua primeira mudança estrutural para a Rua Hilário de Gouveia, 36, 6º Andar, em Copacabana – RJ. Além da mudança de endereço, a CIGS passa a atuar com o sistema operacional TIDE e contrata, através de licitação, uma empresa cujo nome era EBN para operar o atendimento das ligações realizadas via 192, porém os militares continuam atuantes no processo de regulação médica e despacho de viaturas.

Em maio de 2009, a CIGS passa à direção do Sr.Maj BM QOC/97 Luis Felipe de Almeida Silva.

Em 12 de abril de 2010, as ambulâncias passam a serem tripuladas somente por militares.

Em Março de 2011, ocorre a segunda mudança de endereço do CIGS, agora para Rua Uruguaiana, 74, 21º Andar, Centro – RJ, quando empresa COMTEX vence uma nova licitação. Toda estrutura é mantida até setembro do mesmo ano.

Em setembro de 2011, através do Decreto 43.200 de 15 de Setembro de 2011, ficam criados, na estrutura básica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, da SEDEC e ligados diretamente ao Comandante Geral, os órgãos: Diretoria Geral de Comando e Controle Operacional – DGCCO e Centro de Operações do Grupamento de Socorro e Emergência/ Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – COGS, sendo este, subordinado àquela.

Assim sendo, o CIGS passa a se chamar COGS (Centro de Operações GSE/ SAMU), sob a direção doMaj BM QOC/97 Marcos Reynaldo Moreira Junior que fica à frente da Central até Julho de 2014.

Em julho de 2014, o COGS passa a ser dirigido pelo Sr. Ten Cel BM QOC/93 Carlos Eduardo de Castro Tavares que atua até Fevereiro de 2015. No período de sua direção, em outubro de 2014, o COGS sofre sua terceira mudança de endereço, desta vez para o Centro Integrado de Comando e Controle – CICC, sito à Rua Carmo Neto, S/Nº, Cidade Nova - RJ, com novo sistema operacional, o SISGRAPH.

No dia 20 de fevereiro de 2015, assume a direção do COGS o Sr. Ten Cel BM QOC/92 Carlos AlbertoSimas Junior. Atualmente, sob sua direção, este Centro, que é o segundo maior do Brasil, atende cerca de 4000 chamadas de socorro ao dia, e controla 225 viaturas de atendimento pré-hospitalar, que operam em todo o Estado do Rio de Janeiro.

Legislação

Legislação

Por ordem de publicação:

PORTARIA Nº 2048/GM/MS, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2002
Aprova o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência; Determina às Secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios em Gestão Plena do Sistema Municipal de Saúde, de acordo com as respectivas condições de gestão e a divisão de responsabilidades definida na Norma Operacional de Assistência à Saúde – NOAS-SUS 01/2002, a adoção das providências necessárias à implantação dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência, à organização das redes assistenciais deles integrantes e à organização/habilitação e cadastramento dos serviços, em todas as modalidades assistenciais, que integrarão estas redes, tudo em conformidade com o estabelecido no Regulamento Técnico, bem como a designação, em cada estado, do respectivo Coordenador do Sistema Estadual de Urgência e Emergência. Altera o Artigo 2º da Portaria GM/MS nº 479, de 15 de abril de 1999, que estabelece os critérios para a classificação e inclusão dos hospitais nos Sistemas Estaduais de Referência Hospitalar em Atendimento de Urgências e Emergências; Determina à Secretaria de Assistência à Saúde, dentro de seus respectivos limites de competência, a adoção das providências necessárias à plena aplicação das recomendações contidas no texto; Estabelece o prazo de 2 (dois) anos para a adaptação dos serviços de atendimento às urgências e emergências já existentes e em funcionamento, em todas as modalidades assistenciais, às normas e critérios estabelecidos pelo Regulamento Técnico. Revoga a Portaria GM/MS nº 814, de 01 de junho de 2001.

PORTARIA Nº 1864/GM, DE 29 DE SETEMBRO DE 2003
Institui o componente pré-hospitalar móvel da Política Nacional de Atenção às Urgências, por intermédio da implantação de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência em municípios e regiões de todo o território brasileiro: SAMU- 192.

DECRETO PRESIDENCIAL Nº 5.055, DE 27 DE ABRIL DE 2004
Institui o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, em Municípios e regiões do território nacional, e dá outras providências.

PORTARIA Nº 2.657/GM/MS, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2004
Estabelece as atribuições das centrais de regulação médica de urgências e o dimensionamento técnico para a estruturação e operacionalização das Centrais SAMU 192.

DECRETO ESTADUAL Nº 41.308, DE 15 DE MAIO DE 2008
Atribui à Subsecretaria de Defesa Civil através do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro as atividades concernentes à administração e operação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

PORTARIA Nº 4.279/GM/MS, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010
Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

PORTARIA Nº 1.600/GM/MS, DE 7 DE JULHO DE 2011
Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS).

PORTARIA Nº 2.395/GM/MS, DE 11 DE OUTUBRO DE 2011
Organiza o Componente Hospitalar da Rede de Atenção às Urgências no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

PORTARIA Nº 1.010/GM/MS, DE 21 DE MAIO DE 2012
Redefine as diretrizes para a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e sua Central de Regulação das Urgências, componente da Rede de Atenção às Urgências.

PORTARIA Nº 1.663/GM/MS, DE 6 DE AGOSTO DE 2012
Dispõe sobre o Programa SOS Emergências no âmbito da Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE).

PORTARIA Nº 356/SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE/MS, DE 8 DE ABRIL DE 2013
Redefine o cadastramento, no SCNES, das Centrais de Regulação das Urgências e das Unidades Móveis de Nível Pré-­Hospitalar de Urgências pertencentes ao Componente SAMU192 da Rede de Atenção as Urgências.

PORTARIA Nº 963/GM/MS, DE 27 DE MAIO DE 2013
Redefine a Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

PORTARIA Nº 1.473/GM/MS, DE 18 DE JULHO DE 2013
Altera a Portaria nº 1.010/GM/MS, de 21 de maio de 2012, que redefine as diretrizes para a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e sua Central de Regulação das Urgências, componente da Rede de Atenção às Urgências.

PORTARIA Nº 460/ SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE/MS, DE 11 DE JUNHO DE 2014
Inclui incentivos de custeio relacionados ao SAMU192 na tabela de incentivos do CNES e exclui habilitações da tabela de Habilitações do CNES.

Há três anos instalado no Sul do Rio de Janeiro, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) divulgou um balanço do número de chamados na região. Segundo o levantamento, são recebidas 800 ligações todos os dias e deste total 500 são trotes ou chamadas inadequadas. "O nosso tempo do Samu, a gente fala que é um tempo precioso. Às vezes brada ocorrências desnecessárias, que não tem tanta emergência, ou então trote", disse a técnica em enfermagem Lílian Mariana Ferreira Nogueira, que trabalha na base de Volta Redonda. Além dos trotes, muita gente acaba ligando por outros motivos, o que compromete o tempo de toda a equipe. Por isso, os agentes pedem que, em caso de emergência, as informações sejam passadas com clareza e da forma correta. "Quando você liga para o serviço e a gente dispensa uma equipe, colocando em risco a própria vida, chega no local e a pessoa nem está mais ou o caso não havia necessidade do envio da ambulância. Com isso a gente está ocupando essa equipe que poderia estar fazendo um atendimento de emergência", explicou o coordenador de operações.